
Em meio à rotina acelerada, mulheres são chamadas a um momento de reflexão e a se reconectar com a intuição em retiro que ocorre em setembro
Em meio à rotina acelerada, muitas mulheres vivem uma dor silenciosa: seguem cumprindo papéis — como empreendedoras, líderes e mães —, mas desconectadas de si mesmas. É esse vazio que motivou Elizane Longhinotti a criar o Retiro do Feminino – Alma & Pantera, um espaço para soltar o fardo e reencontrar a mulher antes das cobranças e títulos.
“O objetivo não é ensinar nada. É lembrar quem somos”, diz Elizane, idealizadora do retiro e treinadora comportamental, que ocorre nos dias 13 e 14 de setembro no Quedas Park Hotel, em Abelardo Luz, Santa Catarina. Para se inscrever é preciso acessar este link.
O nome do retiro reúne duas forças que coexistem no feminino: “a alma é o lugar da verdade, da intuição, da essência. A pantera é a força selvagem que nos habita — elegante, potente, feroz quando precisa”, explica Elizane.
“Juntas, representam a mulher inteira: que cuida sem se anular, que lidera sem se endurecer.”
A experiência, que já teve sua primeira edição em 2024, chega em 2025 com identidade própria. O local escolhido reforça a proposta: cercado pela natureza, o Quedas Park permite que as participantes se reconectem com seus ciclos internos, o silêncio e o sentir.
Uma vivência que vai além da mente
Sem programação rígida, o retiro flui como a água. A proposta inclui dinâmicas sensoriais, rituais de escuta profunda, partilhas, movimentos livres e momentos de silêncio. Tudo pensado para tirar as mulheres da mente e levá-las de volta ao corpo e à intuição.
“Voltar para si é lembrar da mulher que você era antes do mundo te ensinar a se calar, a se encaixar, a se endurecer. É reencontrar sua respiração, seu ritmo e, principalmente, voltar a se cuidar não como luxo, mas como base.”.
Mais do que uma experiência individual, o retiro é uma vivência de grupo.
“Uma reconhece a outra. Uma chora e todas se liberam. Não existe comparação, existe identificação. O silêncio coletivo carrega mais verdade que muitas palavras.”
Ela destaca que, embora a cultura muitas vezes ensine a competição entre mulheres, o encontro do Alma & Pantera mostra o oposto: “O coletivo sustenta, espelha e amplia a transformação. Ninguém precisa dar conta sozinha. A cura é compartilhada — e por isso, tão profunda.”




