Nutricionista Fernanda Confortin e equipe mostram como alimentação personalizada e exercícios estratégicos promovem emagrecimento sustentável e transformações reais na vida das mulheres

Sentir que o corpo já não responde como antes às dietas e aos exercícios é uma queixa comum. A perda de energia, a gordura abdominal que resiste e a sensação de cansaço frequente afetam muitas mulheres, especialmente após os 35 anos.

Mas a solução não está em restrições radicais nem em treinos exaustivos, e sim na integração entre nutrição personalizada e atividade física com propósito.

Após os 35 anos, o corpo feminino passa por mudanças significativas. A perda natural de massa muscular e as alterações hormonais contribuem para a desaceleração do metabolismo, dificultando a perda de peso.

Fernanda Confortin, nutricionista e sócia da Divícia Chapecó, destaca que, neste caso, a atividade física se torna uma grande aliada.

“Exercícios como musculação e treino funcional ajudam a combater a sarcopenia, preservando e aumentando a massa magra, o que acelera o metabolismo mesmo em repouso.”

A união entre essas duas ações transforma o corpo e devolve a leveza, vitalidade e a autoestima de forma duradoura.

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A paciente, Sandra Borba, comenta que esse momento de transformação foi uma experiência incrível.

“Desde que comecei o processo, tanto de acompanhamento nutricional e do personal, pude perceber resultados que vão muito além da estética. Com o acompanhamento nutricional, através de um plano alimentar equilibrado, foram respeitadas minhas preferências e rotina, mas ao mesmo tempo desafiando-me a mudar hábitos para alcançar uma saúde melhor.”

A nutricionista comenta que o resultado foi visível: mais energia no dia a dia, evolução nos treinos, melhora na disposição, na força e até mesmo na qualidade do sono.

Atividade física no emagrecimento

O benefício é muito positivo, além de combater a sarcopenia, ele auxilia na sensibilidade à insulina, no combate à gordura visceral e na melhora da bioenergética celular.

“A atividade física atua de forma sistêmica, promovendo biogênese mitocondrial (processo para aumentar a energia), reduzindo inflamação e aumentando a disposição para o dia a dia.”

Equilibrar atitudes é fundamental para perder peso sem passar fome e sem se submeter a treinos excessivos. Fernanda garante que essa é a única forma sustentável.

“A chave está no equilíbrio entre uma alimentação inteligente e treinos eficientes. O déficit calórico é necessário, mas a qualidade da dieta é o que garante perda de gordura sem comprometer a massa magra.”

Segundo ela, as diretrizes internacionais recomendam de 200 a 300 minutos semanais de atividade física moderada, o suficiente para bons resultados.

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Neste caso, treinamentos como Treinamento Intervalado de Alta Intensidade (HIIT) e musculação são grandes aliados. Eles otimizam o gasto calórico e preservam os músculos, sem precisar de horas na academia.

“A proposta do Estúdio vai além da fórmula pronta. O atendimento é 100% personalizado, levando em conta a individualidade de cada aluno. Não é sobre uma dieta ou um treino isolado, é sobre uma jornada completa de autocuidado”, explica a nutricionista.

Por isso, a alimentação é adaptada à rotina e ao perfil metabólico de cada paciente, com ajustes específicos na ingestão de proteínas e carboidratos conforme o tipo e horário dos treinos.

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Já os treinos de musculação e funcional são elaborados com foco na segurança, na mobilidade e na performance realista, sempre com acompanhamento profissional.

“Trabalhamos em equipe, integrando nutrição e exercício com um único propósito: fazer a mulher se reconectar com o seu corpo e com a sua saúde.”

Resultados positivos

Os resultados observados com o Programa Reset Divícia, associado à prática regular de exercícios, vão além da perda de peso.

A nutricionista Fernanda e sua sócia Shawanda relatam que, em poucas semanas, as mulheres recuperam a disposição, eliminam o inchaço, dormem melhor e voltam a se olhar no espelho com orgulho.

“A transformação é física, mas também emocional. Ver uma mulher retomando sua autoestima, sua alegria de viver, é a maior recompensa do nosso trabalho. É um processo que começa com a ciência no corpo, mas que termina com o resgate da sua essência mais plena e feliz”, finaliza.